Análise do Comportamento Aplicada
A independência subindo, sessão após sessão.
O abaup é onde a clínica de ABA planeja a intervenção, registra os dados de cada sessão e lê a evolução. A supervisora define os programas e os alvos; a aplicadora coleta na sessão, pelo celular; a supervisora analisa e ajusta o plano.
A tracejada é o critério de domínio. A 7ª sessão ficou abaixo dele e zerou a sequência: domínio é desempenho que se sustenta por sessões seguidas, não um pico isolado.
O ciclo
Duas profissionais, o mesmo paciente.
O sistema existe para fechar uma volta. Quem planeja não é quem aplica, e quem aplica precisa que o registro chegue inteiro em quem decide o próximo passo.
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01
Planejar
Supervisora
Atribui programas ao cliente e cadastra os alvos, com o critério que promove cada um a dominado.
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02
Aplicar e registrar
Aplicadora
Abre a sessão e lança cada tentativa na hora em que acontece — um toque por registro, sem recarregar a tela.
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03
Analisar
Supervisora
Lê a curva por alvo e por programa, com o critério desenhado no mesmo eixo e o período que quiser recortar.
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04
Ajustar
Supervisora
Promove o alvo que bateu o critério, põe novos em ensino e emite o relatório de evolução do período.
O que o sistema faz
O suficiente, e nada além.
Programas e alvos
Os programas clássicos já vêm no catálogo da clínica — tato, mando, imitação, AVDs, comportamento-problema. A supervisora cria outros com a mesma estrutura: um programa define como se aplica, o que se registra e quando o alvo está dominado.
Quatro formas de medir
Tentativas discretas em % de independência, frequência, duração e análise de tarefas. A tela de coleta muda conforme o programa: a hierarquia de dicas, um contador de ocorrências ou um cronômetro.
Critério de domínio à vista
O padrão é ≥ 80% de independência em 3 sessões seguidas, e cada programa pode ter o seu. O sistema mostra quando o critério foi batido — quem promove o alvo é a supervisora, porque a decisão é clínica.
Relatório emitido, não recalculado
Emitir é um ato: congela o período, os dados, os gráficos, o parecer e a assinatura com registro profissional. Reabrir mostra o que foi entregue, não o banco de hoje. Correção gera uma versão nova, e a anterior permanece.
Na sessão
A dica diminuindo, lida de relance.
Cada tentativa registra o nível de dica que a criança precisou. A fileira é uma régua: da dica física total até a resposta independente.
- I Independente
- AG Dica gestual
- AV Dica verbal
- AFP Física parcial
- AFT Física total
- E Erro
A cor nunca aparece sozinha: a sigla vai sempre junto. O registro precisa sobreviver ao daltonismo e à impressão em preto e branco — o relatório sai da clínica em papel.
Os dados
O dado é de uma criança.
Prontuário de paciente não é métrica de produto. Isso mudou decisões técnicas que normalmente ninguém discute.
Nada de terceiros
As bibliotecas de front e as fontes são servidas do próprio servidor, não de CDN. Nenhuma página avisa uma rede externa de que a sua paciente existe.
Erro não vai para fora
Exceção em produção vai para o log da máquina e para o e-mail da clínica. Sem serviço externo de monitoramento: o contexto de um erro carrega dado de paciente.
Uma clínica não vê a outra
Cada clínica é um inquilino isolado, do endereço ao banco: cliente, programa e sessão de outra clínica simplesmente não existem daqui.
Como começa
Não há cadastro nesta página.
A clínica é criada com a primeira supervisora já dentro, como administradora, e nasce com os programas clássicos no catálogo. A partir daí ela cadastra a própria equipe e os clientes, sem depender de ninguém.
Esqueceu a senha? A administradora da sua clínica redefine os acessos da equipe.